quinta-feira, 14 de outubro de 2010

“Seminário de Patrimônio Cultural: educar para preservar”

Centro Histórico de Vitória

Estão abertas as inscrições para o ‘Seminário de Patrimônio Cultural’

08/10/2010

Estão abertas as inscrições para o ‘Seminário de Patrimônio Cultural’
Fotos: Assessoria de Comunicação/Secult

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com o Instituto Sincades, realiza nos dias 07, 08 e 09 de novembro o “Seminário de Patrimônio Cultural: educar para preservar”. O evento, que mesclará palestras, visitas guiadas, cursos e debates, acontecerá no Hotel Ilha do Boi, em Vitória. As inscrições são gratuitas, e as vagas são limitadas.
Os interessados podem baixar o formulário no site da Secult (www.secult.es.gov.br), e enviá-lo preenchido para o e-mail seminariopatrimoniocultural@secult.es.gov.br. Serão 40 vagas para a visita orientada ao Centro Histórico de Vitória; 130 vagas para o acesso às palestras e mesas redondas; e 18 vagas para participação em cada um dos quatro cursos rápidos oferecidos.
O “Seminário de Patrimônio Cultural: educar para preservar” é uma das ações do Programa de Educação Ambiental, que visa a sensibilizar adultos, adolescentes e crianças para a descoberta, o conhecimento e a preservação de bens aos quais se atribui valor afetivo, estético, histórico ou cultural — por isso, tão importantes para a história da comunidade.
Seminários
Por meio desse Programa, foram realizados, este ano, oito seminários regionais de educação patrimonial dirigidos aos técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper); aos policiais ambientais e aos professores das Escolas Famílias Agrícolas. Também foi assinado um termo de cooperação entre as instituições envolvidas no processo, e confeccionados e distribuídos o folder e a cartilha do programa.
Ao final da realização das ações do Programa, será feito um relatório com a avaliação dos resultados alcançados e das sugestões apresentadas pelos seminaristas.
Educar para preservar
No primeiro dia do seminário, no domingo (07), os participantes visitarão o Centro Histórico de Vitória. Farão paradas no Theatro Carlos Gomes, onde será apresentada a obra de restauro pela equipe técnica da Secult; e no Palácio Anchieta, com acompanhamento da arquiteta Regina Matos. Toda a visita será orientada pela professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), arquiteta e urbanista Maria Izabel Perini Muniz.
No segundo dia de programa, na segunda-feira (08), haverá a abertura oficial do evento, com a participação da secretária de Estado da Cultura (Secult), Dayse Lemos; e do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando Almeida, que fará a primeira palestra do evento, às 10 horas. A solenidade marcará o lançamento da “Cartilha de Educação Patrimonial” e também do “Manual de Preservação do Sítio Histórico de Muqui”. 
No espaço Solarium, do Hotel Ilha do Boi, em Vitória, será realizada uma manhã de autógrafos, às 11 horas, com a arquiteta Cristina Coelho, que assinará seu novo livro “Metodologia e tecnologia na área de manutenção e conservação de bens edificados: o caso do Núcleo Arquitetônico e Histórico de Manguinhos”. A autora participará da mesma atividade no último dia do evento.
Às 11h30, será realizada uma mesa-redonda mediada por Nícia Regina Sampaio, Promotora de Justiça e dirigente do Centro de Apoio ao Meio Ambiente (Caoa), do Ministério Público do Espírito Santo. O tema “Bases para políticas integradas de preservação do patrimônio cultural, desenvolvimento social e econômico” será debatido por Beatriz Kother, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Rio Grande do Sul (Iphae/RS); Regina Matos, presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac/RJ); e Anna Saiter, subsecretária de Estado do Patrimônio Cultural (Secult/ES).
Entre 14h30 e 18 horas, serão realizados dois mini-cursos. Um deles é “Livros, jogos e brinquedos em Educação Patrimonial”, ministrado pela professora Luciana Leitão, do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul. O segundo curso será ministrado pelo arquiteto George da Guia, coordenador de Conhecimento e Inventários do Iphan. Ele abordará os “Procedimentos metodológicos para inventário de patrimônio cultural”.
Às 19 horas, haverá a palestra “A Educação Patrimonial no exercício da profissão do arquiteto”, com o arquiteto Dalmo Vieira Filho, diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. A mediação ficará a cargo de Viviane Pimentel, arquiteta e urbanista.
Palestra com Paulo Mendes da Rocha
No último dia do evento, na terça-feira (09), o seminário começará às 8h30, com a mesa-redonda “Educação Patrimonial: perspectivas de gestão na Educação Formal”, que terá a participação de Adriana Sperandio, subsecretária de Estado da Educação (Sedu/ES); e de Seila Vieira, secretária de Estado da Educação de Goiás. O mediador do debate será o pró-reitor de Extensão da Ufes, José Cirillo.

Às 10h30, Paulo Mendes da Rocha fará a palestra “Metodologia usada nas intervenções em bens culturais históricos”.  O arquiteto e urbanista, agraciado em 2006 com o Prêmio Pritzker, o mais importante reconhecimento da arquitetura mundial, é o autor do projeto Cais das Artes, complexo cultural composto por museu e teatro, que está sendo concretizado na Enseada do Suá, em Vitória.
Entre 13h30 e 18 horas, serão oferecidos mais dois mini-cursos. Isabel Louzada, professora e bibliotecária, abordará a “Elaboração de projeto para preservação de patrimônio cultural”. O outro curso trata da “Metodologia de Conservação e manutenção de bens edificados: o caso do Núcleo Arquitetônico e Histórico de Manguinhos”, e será ministrado pela arquiteta Cristina Coelho, Chefe do Departamento de Patrimônio Histórico da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Programação:
Dia 07/11 (domingo)
- 14h30 - Visita orientada pela professora Maria Izabel Perini Muniz ao Centro Histórico de Vitória, com paradas no Theatro Carlos Gomes e Palácio Anchieta: Theatro Carlos Gomes (apresentação da obra de restauro pela Equipe Técnica da Secult) e Palácio Anchieta (apresentação da obra de restauro pela arquiteta responsável Regina Matos). Saída: Praça Costa Pereira
Dia 08/11 (segunda-feira)
- 8h30 – Cadastramento
- 09 horas – Cerimônia de abertura do evento e lançamento da “Cartilha de Educação Patrimonial e do Manual de Preservação do Sítio Histórico de Muqui”. 
- 10 horas – Palestra: Desafios e estratégias para uma nova gestão do patrimônio cultural – com o presidente do IPHAN, arquiteto Luiz Fernando Almeida.
- 11 horas - Autógrafo do livro “Metodologia e tecnologia na área de manutenção e conservação de bens edificados: o caso do Núcleo Arquitetônico e Histórico de Manguinhos”, da arquiteta Cristina Coelho, no espaço Solarium, do Hotel Ilha do Boi
- 11h30 – Mesa Redonda: “Bases para políticas integradas de preservação do patrimônio cultural, desenvolvimento social e econômico”, com a participação de Beatriz Kother, Presidente do IPHAE /RS; Regina Matos, INEPAC/RJ; Anna Saiter, Subsecretária de Estado do Patrimônio Cultural - SECULT /ES;
Mediação: Nícia Regina Sampaio, Promotora de Justiça e Dirigente do Centro de Apoio ao Meio Ambiente – CAOA, do Ministério Público do Espírito Santo.
- 14h30 às 18 horas – Mini-curso 1:  Livros, Jogos e brinquedos em Educação Patrimonial – com a professora Luciana Leitão – do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas/RS
- 14h30 às 18 horas - Mini-curso 2: Procedimentos metodológicos para inventário de patrimônio cultural -  com o arquiteto George da Guia, coordenador de Conhecimento e Inventários do DEPAM/ IPHAN
- 18 às 19 horas – Palestra: “A Educação Patrimonial no exercício da profissão do arquiteto” – arquiteto Dalmo Vieira Filho, Diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização/IPHAN. Mediação: Viviane Pimentel, arquiteta e coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIVIX.
Dia 09/11 (terça-feira)
- 8h30 – Mesa redonda: “Educação Patrimonial: perspectivas de gestão na Educação Formal – com Adriana Sperandio, subsecretária de Estado da Educação - Sedu/ES; e Seila Vieira, Secretária de Estado da Educação de Goiás
Mediação: José Cirillo, pró-reitor de Extensão da Ufes.
- 10 às 10h30 - Autógrafo do livro “Metodologia e tecnologia na área de manutenção e conservação de bens edificados: o caso do Núcleo Arquitetônico e Histórico de Manguinhos”, de Cristina Coelho, no espaço Solarium do Hotel Ilha do Boi
- 10h30 – Palestra: “Metodologia usada nas intervenções em bens culturais históricos na obra de Paulo Mendes da Rocha” – com Paulo Mendes da Rocha, arquiteto, autor do projeto do Cais das Artes.
- 13h30 às 18 horas – Mini-curso 3:  “Elaboração de projeto para preservação de patrimônio cultural” – com Isabel Louzada, Professora e Bibliotecária.
- 13h30 às 18 horas – Mini-curso 4:  “Metodologia de Conservação e manutenção de bens edificados: o caso do Núcleo Arquitetônico e Histórico de Manguinhos” – com a arquiteta Cristina Coelho, chefe do Departamento de Patrimônio Histórico da FIOCRUZ.
- 18 horas – encerramento

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Revelando a Memoria na Medida e na Necessidade

Musealização da Arqueologia : um estudo de modelos para o Projeto Parapanema

Author: Maria Cristina Oliveira Bruno
Publisher: Lisboa : Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 1999.
Series: Cadernos de Sociomuseologia, n. 17
Edition/Format: Book : PortugueseView all editions and formats

Revelando a Memoria na Medida e na Necessidade

 Dicas e informações sobre  Conservação e restauração

Fonte :Mauro bandeira
http://restauro.maurobandeira.com

http://www.maurobandeira.com/restauro/index.html

Como é feita a higienização mecânica de documentos ?


A limpeza de documentos ou outros objetos de papel é uma operação delicada.
Aquarelas, guaches e obras impressas podem ser limpos a seco com as famosas aparas de borracha.
No entanto, obras executadas a carvão, lápis ou pastel
não podem ser tratadas com esse sistema, sob o perigo de comprometer a sua integridade.
Existem também obras que apresentam retoques originais feitos a
lápis ou carvão, como por exemplo uma gravura que recebeu interferência de um lápis pastel, e podem ser apagadas pelo pó de borrracha. 
Há também que se verificar a integridade física do documento, se as fibras estão em condições de receber este tratamento, etc. 
Na dúvida jamais se aventure a fazer uma limpeza sem ter a certeza absoluta do que você está lidando.
Portanto, muitocuidado ! Não faça, chame um profissional !

Após uma criteriosa análise, a limpeza mecânica de documentos avulsos e algumas gravuras simples pode ser feita com o auxílio de pó-de-borracha. 

O pó de borracha é facilmente obtido através da seguinte operação


          Fotografia: Acervo Museu da Escola/SUDE/SEED- Ronel Corsi


. Materiais necessários: ralador inox, borracha branca TK plastic

                            Fotografia:Museu da Escola/SUDE/SEED- Ronel Corsi
. Ralar a borracha Tk plastic em ralador inox, a fim de obter uma fina película.
                            
                              fotografia: Acervo  Museu da Escola/SUDE/SEED- Ronel Corsi
 
. Depositar o pó-de-borrracha na superfície do material a ser limpo.

. Friccionar levemente, em movimentos circulares, o pó-de-borracha,depositado na superfície do material a ser limpo.
. Evitar o contato direto do pó de borracha com as pontas dos dedos.
. Utilizar tecido de puro algodão para ajudar a fricção e evitar o contato com os dedos.

  Foto abaixo materiais, borracha Tk plátic, pote com o pó ralado da borracha, ao centro voal envolvido com o pó ralado Tk e outros materiais , espatula desdobrar falhas no papel a ser hegienizado e pincel macio tipo tricha.
  
Fotografia: Acervo Museu da Escola/SUE/SEED- Ronel Corsi

Nunca efetue a operação de limpeza com pó de borracha sobre superfícies muito danificadas, escritas ou desenhadas a lápis, carvão e com pigmentação.

 Dicas e informações sobre conservação e restauração


 Dicas de preservação de livros e documentos

1. elimine o uso de saliva para virar folhas dos livros e documentos;
2. evite fazer anotações, mesmo a lápis, nas margens das folhas;

3. não faça dobras para marcar páginas;
4. não apóie os cotovelos sobre as páginas;

5. não corte ou arranque folhas dos livros e documentos;
6. para reparos não use fita adesiva, que pode ser mais nociva que o próprio
rasgo;

7. evite comer, beber ou fumar nas salas de consulta ou áreas de
armazenamento de acervo;
8. não coloque clips metálicos nas folhas, pois eles enferrujam e danificam
o papel;

9. evite a exposição dos livros e documentos à luz solar;
10. manuseie o acervo com cuidado e de forma adequada; quanto aos livros,
especialmente, nunca os retire das estantes pela "cabeça";

11. evite a reprodução de livros e documentos, com papel fragilizado, em
cópias eletrostáticas.


 Fonte: Mauro bandeira
http://www.maurobandeira.com/restauro/index.html

Dicas e informações sobre conservação e restauração

Leia sobre o  que não se deve fazer, em uma conservação e restauração.

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Prezados,

Outro dia quando fui num cliente para retirar uma série de gravuras para
restauração, e ouvi dele que tinha visto na internet sobre limpeza de
pintura com batata, e que tinha pensado em fazer isso numa pintura que ele
tinha na sala. O que você acha disso ?

Esfregar faitas de batata, cascas de cebola,etc, é extremamente danoso.
Pode  levar, com o tempo, ao descolamento da pintura e sua perda
irreversível.
Deve-se ter em mente que a superfície de uma pintura apresenta milhões e
milhões de micro poros e gretas, pelos quais a matéria orgânica irá se
depositar. O resultado virá ao longo do tempo, com a proliferação de
bactérias, o aparecimento de
fungos, capa pictórica cada vez mais frágil, possibilidade de
craquelamentos, descolamentos ou mossas que invariavelmente levará à ruína
da obra.

Assim também é que o uso de panos umedecidos com água e outros  produtos
caseiros ( como álcool, vinagre, Veja, etc) de uma forma geral causarão danos, muitas vezes itirreversíveis. 
Evite essas dicas caseiras.

É suficiente
que você tenha em casa um daqueles pincéis tipo trincha de pêlo bem macio.

        
Fotografia:Acervo Museu da 
Escola/SUDE/SEED- Ronel Corsi    
  
( geralmente as cerdas são de cor clara), que será suficiente para remoção(cuidadosa) de poeiras e outras sujidades. Naturalmente você não deve fazer isso se a superfície de uma pintura, por exemplo, estiver apresentando
sinais de descolamento ou craquelamento. 
E evite produtos abrasivos,como escovas, palhas de aço, etc.
Para além disso, a melhor opção é consultar um profissional de restauração
que fará o diagnóstico adequado para cada caso que você apresentar.
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Nossa segunda dica/informação diz respeito aos agentes externos que
danificam as obras de arte. Vamos a eles ?

 FATORES EXTRÍNSECOS DE DETERIORAÇÃO DAS OBRAS DE ARTE
1 - Agentes Físicos: Iluminação, Temperatura e Umidade Relativa.
2 - Agentes Químicos: Poluição atmosférica.
3 - Agentes Biológicos: Fungos, Insetos e Roedores.
4 - Agentes Humanos: Manuseio.

1.AGENTES FÍSICOS
 Iluminação:
Excesso de raios Ultra Violeta pela exposição da obra à luz artificial
(fluorescente) e natural. Ataca fibras de papéis, camadas de tintas de
pinturas, envelhecimento geral das peças. Recomenda-se: janelas protegidas
com cortinas, persianas ou vidros com película protetora, se possivel.

 Temperatura e Umidade Relativa
Temperatura = grau de calor ou frio existente no ambiente.
Umidade Relativa = quantidade de água existente no ambiente.
O controle do ar é importante para a  preservação das obras, principalmente com relação a papéis (gravuras, etc) e documentos. Mudanças bruscas provocam aceleração na deterioração dos mesmos, proliferação de fungos ebactérias, além de ataque de insetos. 
A umidade relativa do ar ideal é em
torno de 40 a 60 %.

2.AGENTES QUÍMICOS
 Poluição Atmosférica
Ocasionada por janelas abertas em locais mais poluídos, falta de
higienização, e poluidores químicos através de verniz, adesivos, tintas e
poeira em suspensão. Estes elementos aderem na superfície das obras, e aos
poucos vão causando danos.

3.AGENTES BIOLÓGICOS
  Fungos
Chamados também de mofo ou bolor, se disseminam através do ar. Alteram a
estrutura das fibras de certas obras, aparecendo manchas e outros.

Insetos( cupins, traças, baratas, brocas ).
Para cada um há um tratamento adequado. Um profissional deve ser
consultado, antes que hajam perdas irreversíveis ao acervo.

4.AGENTES HUMANOS - MANUSEIO
A ação do homem interfere na degradação do acervo, pelo manuseio incorreto,
armazenagem e acondicionamento.
É preciso manter hábitos regulares de higiene no trato com obras de arte,
sejam pinturas, gravuras, documentos, fotografias, esculturas, etc,
orientando usuários da residência ou empresa quanto à forma mais adequada
de seu manuseio.
Rabiscar, dobrar, grampos, clipes, presilhas metálicas, fitas adesivas,
utilização de materiais abrasivos para limpeza, utilização de materiais
orgânicos, etc, provocam danos muitas vezes irreversíveis à obra.

 Fonte: Mauro bandeira

http://www.maurobandeira.com/restauro/index.html

 Dicas e informações sobre conservação e restauração Para pinturas e papéis.

- A umidade relativa do ar ideal é entre 50-65%

- Em museus a temperatura normalmente fica em torno de 20 ° Celsius.

- Ao se deslocar a obra para outro ambiente, deve-se evitar fortes
oscilações de temperatura e umidade. ( ex: de um recinto muito refrigerado para outro com temperatura ambiente alta).

Evitar fontes de calor diretas:

- Não use iluminação direta. A longo prazo produzem danos físicos ao
substrato.
- A obra deve ficar distante de fontes de calor ou refrigeração. (
geladeiras, fogões, perto ou dentro da área de cozinha, etc)
- Evite exposição direta à luz solar.

- As normas gerais recomendam que se coloque pinturas em paredes divisórias
interiores, e não naquelas cujo lado oposto encontra-se para o exterior da
casa, pois neste local pode haver fortes oscilações de temperatura e
umidade, prejudicando a obra.

- Verifique sempre aquelas paredes cujo lado oposto dê para banheiros ou
cozinhas. Qualquer tipo de umidade será prejudicial à obra.

** Dicas e informações sobre conservação e restauração


: : Para pinturas e papéis

- A umidade relativa do ar ideal é entre 50-65%

- Em museus a temperatura normalmente fica em torno de 20 ° Celsius.

- Ao se deslocar a obra para outro ambiente, deve-se evitar fortes
oscilações de temperatura e umidade. ( ex: de um recinto muito refrigerado
para outro com temperatura ambiente alta )

Evitar fontes de calor diretas:

- Não use iluminação direta. A longo prazo produzem danos físicos ao
substrato.
- A obra deve ficar distante de fontes de calor ou refrigeração. (
geladeiras, fogões, perto ou dentro da área de cozinha, etc)
- Evite exposição direta à luz solar.

- As normas gerais recomendam que se coloque pinturas em paredes divisórias
interiores, e não naquelas cujo lado oposto encontra-se para o exterior da
casa, pois neste local pode haver fortes oscilações de temperatura e
umidade, prejudicando a obra.

- Verifique sempre aquelas paredes cujo lado oposto dê para banheiros ou
cozinhas. Qualquer tipo de umidade será prejudicial à obra.

Até a próxima !
Mauro bandeira
http://restauro.maurobandeira.com

fotos ilustrativas: Museu da Escola/SUDE/SEED- Ronel Corsi
clicar para a página Acervos Documentais

segunda-feira, 4 de outubro de 2010