Museu da Escola
O Vídeo abaixo Originou-se de uma pesquisa no Museu Histórico de Palmeira Drº Astrogildo de Freitas: Compondo de fotografias Efetuadas e Digitalizadas, pelos membros do Museu da Escola_ SEED Curitiba, em pesquisa ao material Acervo do Museu Histórico de Palmeira_ Fotografias, Revistas Históricas e Objetos Escolares.
Também compõe este video de Artigos de Época: Revista República_1925; Relatório do Interventor do Estado do Paraná Manoel Ribas ao Presidente Getúlio Vargas_período 1932 a 1939, destacando obras escolares efetuadas por todo o Paraná_entre todas, relevamos aqui o novo "Grupo Escolar Conselheiro Jesuíno Marcondes"_ Palmeira_1938.
Revista em destaque,Obras Escolares, no periodo do prefeito Benjamim Malucelli_Palmeira Pr
Outra Composição é da Revista Recordar é Viver_Fragmentos da História de Palmeira de autoria do Prof Drº Arthur Orlando Klas.
Contendo homenagem a primeira instituição de Palmeira_ Grupo Escolar Conselheiro Jesuíno Marcondes_1906, Hoje tombado pelo Coordenação do Patrimônio Histórico do Paraná.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Instituto de Educação Drº Caetano Munhoz da Rocha_Paranaguá

Museu da EscolaConstrução da Escola Normal de Paranaguá. A inauguração ocorreu em 29 de julho de 1927. Para a época foi considerado um suntuoso edifício com suas vinte e quatro salas de aula e demais dependências. Em 1952 passa à denominação de Escola Secundária Dr. Caetano Munhoz da Rocha e, em 1967, Instituto de Educação, mantendo porém o nome de seu fundador. O prédio, localizado à Rua João Eugênio esquina com Comendador Correia Jr., expressa no ecletismo, a linguagem neoclássica, que caracteriza os edifícios públicos daquele período.
Veja Imagens: Arquitetura Histórica Escolar
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Ensaio fotográfico: Museu da Escola/SUDE/SEED_Ronel Corsi_2010
24 fotos|para visualização_Clique abaixo em Arquitetura Histórica Escolar
Arquitetura Histórica Escolar
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IEDCaetano Munhoz da Rocha_Paranaguá
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Revelando a Memória na Medida e na Necessidade
Foto: Grupo Escolar Dom Pedro II_ Edificação de 1928Grupo Escolar Dom Pedro II, de estilo eclético,permanecendo até os dias de hoje com a mesma característica em sua fachada,ainda destacando números em algarismo romano, foi inaugurado em 1928.
Recentemente Tombado no final de Agosto de 2011,Pela Coordenadoria do Patrimônio Histórico da Secretaria de Estado da Cultura.
Museu da Escola

Foto 02_ Grupo Escolar Tiradentes_ Edificação de 1895
O Grupo Escolar Tiradentes onde a professora,Júlia Wanderley, a primeira mulher a frequentar a escola normal no Paraná, dedicou grande parte de sua carreira ao Grupo Escolar Tiradentes, inaugurado em 1895.Primeira sede demolida, em 1935, o grupo ganhou espaço definitivo somente em 1962 na Rua Presidente Faria, 635, onde funciona até hoje como Colégio Estadual Tiradentes. O projeto de 1952, de autoria do famoso arquiteto Rubens Meister (que projetou o Teatro Guaíra. A sede atual foi projetada por Rubens Meister em 1952 (Acervo: Colégio Estadual Tiradentes, o prédio atual tem outras caractetisticas recentemente tombado no final de agosto de 2011, pela Coordenadoria do Patrimônio Histórico da Secretaria de Estado da Cultura.
Museu da Escola
Foto 03: Abaixo Colégio Estadual do Paraná
Clicar abaixo para verificar dados sobre o Centro de Memória do CEPColégio Estadual do Paraná) 1950
Patrimônio
O Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná decidiu pelo tombamento do edifício_Construído em 1903_ ColégioEstadual Dr. Xavier da Silva (esquina da Rua Marechal Floriano com a Avenida Silva Jardim).
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Obs.; para reportagem Arquitetura da educação
Livro de Elizabeth Amorim de Castro propõe uma viagem ao passado das escolas primárias de Curitiba, inauguradas na primeira metade do século 20
Publicado em 12/04/2009 | Annalice Del Vecchio_ Gazeta do PovoObs.: O texto abaixo merece destaque pois as edificações abaixo descrita, foram recetemente tombada pelo Patrimônio Histórico do Paraná.
veja: A noticia na sua Origem: Gazeta do Povo
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Arquitetura: Reportagem da Gazeta do Povo
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Colégio Estadual Meneleu de Almeida Torres_ Ponta Grossa Pr
Museu da Escola


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Veja Detalhes do Ensaio Fotografico Clicando Sobre o titulo: Colégio Estadual Meneleu de Almeida Torres_ Ponta Grossa Pr
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Colégio Estadual Presidente Caetano Munhoz da Rocha_ Rio Negro
Museu da EscolaAcervos Centro de Memória_CEDMR_Rio Negro Pr_Fotografias_Museu da Escola_SUDE/SEED_Ronel Corsi_2010
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Veja detalhes do ensaio Fotografico clicando sobre o titulo: Colégio Estadual Presidente Caetano Munhoz da Rocha_ Rio Negro Pr
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Colégio Estadual do Paraná
Museu da EscolaAbaixo detalhes da Maquete que retrata a atual sede do Colégio Estadual do Paraná ( CEP) Completou 61 anos dia 13 de Março de 2011, no bairro Alto da Glória, em Curitiba
A Edificação que funciona como orgão da Secretária da Educação do Estado do (SEED) desde 1954, oferece uma estrutura física de 40 mil metros quadrados, atendendo mais de 7 mil alunos da Capital Paranaense (Curitiba) e Região Metropolitana.

Inaugurado solenemente em 29 de março de 1950, com a presença dos então
Presidente da República, Governador do Estado e de outras autoridades, o Colégio
Estadual do Paraná representa a continuidade do tradicional Lycêo de Corytiba,
fundado em 1846, objetivando propiciar educação gratuita e de qualidade à juventude
paranaense e, outro assim, constituir-se em centro educacional padrão para os
demais estabelecimentos de ensino do estado. Na época de sua entrega ao público, era
considerado não só o maior colégio da América do Sul, como também o mais moderno,
em função dos recursos educacionais e administrativos de que era dotado.
Erguido afastado do alinhamento, o que faz destacar sua imponente volumetria,
situa-se nas proximidades do Passeio Público de Curitiba, inserindo-se, por
conseqüência, em área também protegida (Lei n° 124, de 1953). Prédio de quatro
pavimentos, ocupando área de, aproximadamente, 43.140m², consoante o projeto
original, desenvolvido sobre planta em U, dispunha de 50 salas de aula, com capacidade
para 50 alunos cada, além de laboratórios destinados ao ensino de disciplinas
específicas, salas/ambiente, salas destinadas às atividades administrativas,
cinema/teatro com capacidade para 1.000 pessoas, salão nobre com 400 lugares,
bibliotecas, almoxarifado, além de espaços outros relacionados a atividades docentes
e discentes. Composto de três blocos, os dois laterais erguidos sobre pilares - o
que permite o aproveitamento dos espaços livres para fins diversos, em relação ao
alunado -, além de sua relevante importância arquitetônica, transformou-se, com o
passar do tempo, em destacado marco sociocultural do estado do Paraná.
Clicar sobre Titulo: Colégio Estadual do Paraná: Para Ver Imagens e restante do Texto Original:
Espirais do Tempo
Edificações Curitibanas
Escolas Tombadas
Colégio Estadual do Paraná I. E. Dr. Caetano Munhoz da Rocha Instituto de Educação do Paraná C. E. Regente Feijó E. E. Professor Serapião G. E. Dr. Claudino dos Santos G. E. Izabel Branco
Contando a História e a tragetória da Instituição: Colégio Estadual do Paraná (CEP) completou 165 anos no dia 13 de Março de 2011.
Maquete:Atividade extracurricular dos alunos de Marquetaria do Colégio Estadual do Paraná_Fotografia Museu da Escola_SUDE_SEED
Alunos de Marqueteria do Colégio Estadual do Paraná em Atividade extracurricular. Fotografia Museu da Escola_SUDE_SEED
Museu da Escola
terça-feira, 14 de junho de 2011
Revendo a Memória na Medida e na Necessidade_Gazeta de Londrina_Arquitetura
Arquitetura
Do Ecletismo ao Modernismo
Do Ecletismo ao Modernismo
Livro da pesquisadora Elizabeth Amorim de Castro mostra as diferentes características de 13 prédios oficiais construídos em Curitiba ao longo de um período de cem anos.
Do 19.º andar do edifício onde mora, na Praça Osório, a arquiteta e pesquisadora Elizabeth Amorim de Castro encontrou a inspiração necessária para o seu último trabalho: lá do alto, através de ampla janela da sala, ela consegue ver boa parte dos prédios mais importantes da cidade. “Antes de começar a conversar, você pode aproveitar a minha vista. Lá está o Palácio Iguaçu, está vendo?”
No livro Edifícios Públicos de Curitiba: Ecletismo e Modernismo na Arquitetura Oficial – lançado junto com um CD-Rom e uma exposição, que abre hoje no Museu Paranaense –, a arquiteta e doutora em História estudou as características de 13 prédios oficiais em um período de cem anos (1854-1958).
A autora do livro, Elizabeth Amorim de Castro, no café do Paço Municipal
Centro Cívico é um símbolo da arquitetura modernista em Curitiba
Na obra, que levou dois anos e meio para ser concluída, Elizabeth mostra as características comuns entre os edifícios oficiais e discute dois estilos completamente diferentes: o Ecletismo, predominante no país do fim do século 19 até a década de 1930, que reúne, em uma única construção, ornamentos de estilos diversos; e o Modernismo, cujo ápice no Brasil se deu na década de 1950, com a a criação de edifícios públicos de linhas arquitetônicas retas e com fachadas desprovidas de detalhes.
Segundo a estudiosa, os prédios públicos do Ecletismo mantiveram elementos de décadas e de séculos atrás, mas com novos significados. No prédio hoje ocupado pela sede do Museu da Imagem e do Som (MIS), por exemplo, e que também foi o Palácio do Governo estadual entre 1892 e 1935, o porte e a riqueza ornamental contribuíram para conferir imponência à construção.
Já edifícios como o Paço da Liberdade e a sede da Secretaria de Estado da Cultura, antigo Ginásio Paranaense (construído em 1903), têm torres bem caracterizadas, que remetem às edificações medievais. “As torres que eram utilizadas para vigilância e proteção significam, nos projetos desses prédios, domínio técnico e prestígio”, diz.
O prédio hoje ocupado pela Casa Andrade Muricy, inaugurada em 1926 como local de coleta e de pagamento de tributos, mantém as janelas com grades de ferro, que serviam para proteger o local de possíveis roubos. “Em todos esses edifícios, encontramos detalhes que revelam a função que tinham originalmente.”
O Paço Municipal, construído em 1916 para ser a sede da Prefeitura Municipal, foi projetado pelo então prefeito Cândido de Abreu, de acordo com a autora, para inserir o poder municipal no eixo político. A região, no início da Rua Barão do Rio Branco, hoje Praça Generoso Marques, ficava entre a Rede Ferroviária e próxima a outros edifícios oficiais. No entanto, era desvalorizada por conta de um mercado popular com poucas condições de higiene e trânsito intenso de carroças com produtos alimentícios. “O Paço foi construído dentro do mercado. As paredes externas permaneceram como se fossem tapumes. Ele (o prefeito Cândido de Abreu) definiu padrões construtivos e valorizou o conjunto urbano.”
Destaque
A principal diferença entre os prédios do Ecletismo e os do Modernismo, segundo a autora, é que os primeiros se misturavam ao espaço urbano, concepção que mudou radicalmente com o projeto do Centro Cívico, que antecedeu Brasília. A ideia foi pensada ainda em 1943, pelo arquiteto Alfred Agache.
Entretanto, um novo projeto e a construção foram realizados pelo governador Bento Munhoz da Rocha, em 1951. “No momento em que Agache esteve na cidade, a construção não foi possível. Mas o pensamento já era de um agrupamento dos prédios públicos, que foi aproveitado por Munhoz da Rocha”, conta.
Segundo a autora, alguns estudos dizem que o arquiteto Sérgio Rodrigues, um dos profissionais que projetou o Centro Cívico, esteve em reuniões com Lúcio Costa, responsável pelo projeto de Brasília. “Ao mesmo tempo em que Costa contribuiu, ele também bebeu da nossa fonte.”
Serviço
Edifícios Públicos de Curitiba: Ecletismo e Modernismo na Arquitetura Oficial. A exposição abre ao público hoje, às 14 horas, no Museu Paranaense (R. Kellers, 289, São Francisco). De terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas; sábados e domingos, das 11 às 15 horas. Entrada franca.
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Gazeta de Londrina_01/06/2011 Isadora Rupp
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