terça-feira, 21 de maio de 2013

MUSEU DA ESCOLA PARANAENSE

 

 

  • O Governo do Estado do Paraná em exercício e também Secretario da Educação, Flávio Arns decreta criação do "Museu da Escola Paranaense", assinando nesta sexta-feira 17 de maio de 2013, em Curitiba. 

  • fotos Ronel Corsi

 

Mobiliário escolar, ao fundo fachada, do Antigo Grupo Escolar Cruz Machado, do ano de 1906.

  • O processo de conservação dos espaços escolares já ocorre desde 2009, em cursos de capacitação para professores.

  • A Educação Patrimônial   não se concretiza sem investimentos e vontade política, faz-se necessário qualificação de professores, envolvimento de alunos, e comunidade escolar. 

  • A iniciativa visa ações de preservação do patrimônio material e imaterial das escolas da rede pública estadual, contando com o "Programa Nossa Escola tem História", coordenado pela vice-governadora e composto por representantes das secretarias de Educação, NUPEH - "Núcleo de Pesquisa do Patrimônio Histórico Escolar"/SEED/SUDE, Administração e Previdência DEAP (Departamento Estadual Arquivo Público) , Cultura(Assessoria do Patrimônio Histórico), Ciência e Tecnologia e da Fomento Paraná.

  •  Segundo Flávio Arns. “As escolas paranaenses têm que ser preservadas. É importante conservarmos o nosso patrimônio, como móveis e materiais, e também cuidarmos do patrimônio imaterial”. 

  • Disse Arns. " Serão inseridos na grade curricular, conteúdos de educação patrimonial". 

  •  Durante o evento ficaram expostas peças de acervos, mobiliários, e materiais pedagógicos escolares.



  • Dentre elas coleções acervo do Centro de Memória do Colégio Estadual do Paraná:  Os óculos e cadernos utilizados pelo professor Guido Straube em 1904, quando era aluno do Colégio Estadual do Paraná, instituição que dirigiu entre os anos de 1932 a 1937.


 
                      


ciclar sobre link

Embalagem para Arquivo Documental

 
 
 




 
 

Também abrilhantando o evento com uma exposição: Maquetes e  Quadros desenhos,  relacionadas a  Escola Pública do Paraná, do Arquiteto Marcus Levy, coordenador do  NEPHArqE, Universidade Federal do Paraná.

Exposição Lugares de Memória



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 











 
  • MUSEUS - O evento de criação do Museu da Escola Paranaense  inserido na programação da 11ª Semana de Museus, de 13 a 19 de maio, que acontece em todo o país em comemoração ao Dia Internacional de Museus, 18 de maio. No Paraná, durante essa semana, os museus do Governo do Estado prepararam uma série de ações para lembrar a data. As atividades têm entrada gratuita.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Patrimônio Histórico

 Patrimônio histórico



O Patrimônio Histórico, em seu sentido mais amplo, pode ser definido como um bem social ou cultural que possui significado e importância material ou imaterial para a sociedade. São bens humanos que foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas e de alguma forma representam uma ligação entre passado e presente, que dão o significado do movimento tempo-espaço aos sujeitos de hoje.

No Brasil, o órgão responsável por esta questão é o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Esta organização pública atua na gestão, proteção e preservação do patrimônio histórico e artístico, por meio de ações conjuntas com as Secretarias Estaduais de Cultura e demais organizações de interesse no patrimônio dos Estados e Municípios.


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Colégio Estadual do Paraná e demais escolas inseridas no Programa de Proteção, Valorização, Preservação e Restauração das Escolas da Rede Púlblica do Paraná


Fotografia: Acervo: Nucleo de Pesquida Patrimônio Histórico Escolar NUPHE_SUDE/SEED_Ronel Corsi_2012

A Escolinha de Arte do Colégio Estadual do Paraná, criada em 1957, tinha suas atividades complementares e livres a comunidade. Nesse espaço os alunos atuavam nas áreas de Artes Plásticas, Expressão Corporal, Música, Teatro e Literatura.

Com o passar do tempo extendeu-se para às classes integrais e implantadas no calendário do Colégio Estadual do Paraná, e continuam vigorando até os nossos dias, ofertada a comunidade em geral, bem como implantada no curriculo escolar do educando, formando um ambiente propício de sensibilização e  desenvolvimento de forças criadoras das artes em geral: Artes Plásticas, Música, Dança e Teatro entre outras.




A Secretaria da Educação está desenvolvendo um projeto para transformar o Colégio Estadual do Paraná (CEP), em Curitiba, no primeiro estabelecimento público de ensino totalmente sustentável do Estado, a partir de 2013.

 Para isso, o colégio vai aumentar a oferta de produtos orgânicos na merenda, garantir o gerenciamento sustentável de resíduos sólidos, da energia, da água e do saneamento, além de melhorar a acessibilidade.

Da mesma forma, o projeto político pedagógico passa a ser focado na sustentabilidade. O Colégio Estadual do Paraná é uma das 13 instituições de ensino tombadas pelo Patrimônio Cultural do Estado e foi inserido no Programa de Proteção, Valorização, Preservação e Restauração das Escolas da Rede Pública. “Estamos reunindo diretores dos colégios tombados pelo Patrimônio Cultural para promover ações que beneficiem as comunidades escolares.

O Projeto de Sustentabilidade é uma dessas ações”, diz o vice- governador e secretário da Educação, Flávio Arns.

O projeto prevê ainda ações para preservação da memória e do patrimônio material, como a recuperação do parque olímpico (piscina e quadra de esportes) e a reestruturação do Museu Guido Straube,que necessita de estruturas emergênciais: Continuidade de reforma arquitetônica, compras de equipamentos de restauro e higienização, salas climatizadas,para a guarda de seu acervo arquivistico.

 O Colégio Estadual do Paraná, também dispõe de uma pinacoteca com obras de artistas que fizeram história das Artes no Paraná, como: Theodoro de Bona, Guido Viaro, Schiefelbein, Lange de Morretes, Miguel Bakun Poty Lazzarotto, Andrade Lima, Ricardo Koch, Emma Koch, Pedro Macedo, Jarbas Shunemann, Gino Bruno Pedro Bruno, Joséph Weiss Pelterier Arruda, Ado Malagoli.

 Com o Objetivo de preservar e inautecer o patrimônio histórico escolar e cultural que revelam a importância de um acervo de ponta e que poderá proporcionar para os educandos que inclui além de noções estéticas o despertar da sensibilidade para as artes em geral .

“Com o Projeto CEP Sustentável, vamos incluir desde as questões pedagógicas e da estrutura física da escola no conceito de sustentabilidade”, afirma a diretora Laureci Schmitz Rauth.

Fachada do Colégio Estadual do Paraná
 

Prevervação

Funcionários que serão responsáveis pelo cuidado com o material histórico e por desencadear os estudos e vistorias para a restauração dos edifícios centenários, além do acompanhamento do Programa de Proteção, Valorização, Preservação e Restauração nas 13 escolas, fizeram um curso oferecido pela Secretaria da Educação em 2012.

Dentre os colégios tombados pelo Patrimônio Cultural do Estado, cinco estão no litoral: Instituto Estadual de Educação Doutor Caetano Munhoz da Rocha e Escola Estadual Faria Sobrinho, em Paranaguá, e, em Antonina, o Centro Estadual de Educação Profissional Doutor Brasílio Machado, o Colégio Estadual Moyses Lupion e o Colégio Estadual Rocha Pombo. Em Curitiba, estão tombados, além do Colégio Estadual do Paraná, o Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Piloto, Colégio Estadual Xavier da Silva, Colégio Estadual Tiradentes, Escola Estadual Dom Pedro II e o Grupo Escolar Cruz Machado. Em Ponta Grossa, está listado o Colégio Estadual Regente Feijó, e, na Lapa, o Colégio Estadual São José.

Fotografias Acervo: Nucleo de Pesquisa Patrimônio Histórico Escolar (NUPHE)_SUDE/SEED_Ronel Corsi 2010
Detalhes do Corredor de Entrada do Centro Centro Estadual de Educação Dr. Basilio Machado_Antonina Paraná
 
Fachada do  Colégio Estadual Moyses Lupion_Antonina Paraná
              
Fachada do Colégio Estadual Rocha Pombo_Antonina Paraná
 Detalhe de um Objeto Histórico Escolar: Acervo Colégio Estadual São José_Lapa Paraná
  Observando a  esquerda da foto mostra parte da vista lateral da edificação Antiga  na sequencia,casando  em harmonia com a ampliação estilo moderno do Centro Estadual de Educação Dr.Basilio Machado
A foto também mostra a linda paisagem e entorno e a vista  lateral do Colégio e  professores cursistas presenciando as Edificações de Antonina em Visita a Escola em   2010.
 Documento Histórico do Colégio Estadual Faria Sobrinho_ Paranaguá, Tratando-se de um DH, registro em Ata, a Fundação do Grupo Escolar Faria Sobrinho no periodo imperial 1888,
 Parte Frontal do Instituto Estadual de Educação Doutor Caetano Munhoz da Rocha e Escola Estadual Faria Sobrinho, em Paranaguá_2010
 Professores Representantes NRE Paranaguá_SUDE SEED, E Direção Escola Estadual Faria Sobrinho_2009
Obs.; link fotosEscola Estadual Faria Sobrinho_Paranaguá


 

 Fotos Acervo Memória Desfile:Alunos da Escola Estadual Faria Sobrinho_Paranaguá
 
 Foto abaixo: Acervo Memória: Grupo de Professoras da Escola Estadual Faria Sobrinho_Paranaguá

                      
 A Foto mostra a Fachada da  antiga edificação do Centro Estadual de Educação
Dr.Basilio Machado_Antonina Paraná





 
                                                                                         Fachada da Escola Estadual Faria Sobrinho, em Paranaguá



Professores Representantes_ Museu da Escola_SUDE Secretaria de Estado da Educação_2009

O grupo responsável pelo programa é formado por representantes da vice-governadoria, das Secretarias da Educação, Cultura, Administração e Previdência, Ciência e Tecnologia e da Agência de Fomento Paraná. O programa prevê ainda parcerias com entidades como a Copel e a Sanepar.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PRESERVAR É PRECISO

Texto Original,Quarta-feira, 27/06/2012, Vida e Cidadania_Gazeta do Povo

Envie seu depoimento sobre seus tempos de colégio e ajude a preservar a memória escolar do Paraná










Cerca de 500 colégios públicos estaduais do Paraná têm mais de 50 anos de funcionamento, mas não dispõem de programas de preservação. Por falta de proteção, perderam-se fotografias, atas, boletins e a própria arquitetura escolar. O governo do estado pretende virar esta página e acaba de iniciar um projeto de restauração dos edifícios antigos, assim como de seus documentos, atendendo, em princípio, as 13 escolas tombadas pelo Patrimônio, cujas fotos estão no slideshow abaixo.Leia a reportagem completa

Se você estudou numa dessas escolas, saiba que pode ajudá-las a preservar sua memória. Primeiramente, aqui na Gazeta do Povo ex-alunos podem enviar depoimentos dos .seus tempos. de Estadual do Paraná, Xavier da Silva ou D. Pedro II, entre outros, pelo sistema de comentários abaixo. Com essa ação, a Gazeta do Povo dar um exemplo simples de como a mobilização da comunidade escolar pode auxiliar no recolhimento desse material e despertar as pessoas para a importância de se manter essa memória viva.

Portanto, para apoiar, participe e compartilhe essa ação nas redes sociais, convocando seus colegas de escola para participar também. A Gazeta do Povo agradece à você pela ajuda, assim como a Secretaria de Estado da Educação do Paraná e à APP-Sindicato, que apoiaram a divulgação dessa ação.

A segunda forma é participar diretamente do projeto do governo, enviando materiais, como fotos e outros documentos, além de depoimentos, pelos e-mail: imprensa@seed.pr.gov.br.
museudaescola@seed.pr.gov.br


Col. Estadual Moysés Lupion

Nasceu como ginásio, em 1946, com a intervenção do estudioso Brasil Pinheiro Machado. Faz parte de conjunto recentemente tombado do Centro histórico de Antonina. Foto: SEED
Av. Conde Matarazzo, 980
Antonina - PR, 83370-000
(41) 3432-1117

domingo, 2 de dezembro de 2012


Conheça cursos de formação em Conservação e Restauração no país

Mercado está aquecido, embora profissão ainda não seja regulamentada

Dizem que saber sobre o passado ajuda a sociedade a compreender melhor o presente. Por isso preservar a história é fundamental. Essa é a função do restaurador/conservador. Mas reconstituir documentos ou uma obra de arte, seja ela pintura, escultura ou fotografia, não é tarefa fácil. Pensando na preservação das cidades histórias e de todo o patrimônio histórico e cultural do estado mineiro, em 2008, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criou o Bacharelado em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis.
Aluno trabalhando em restauração de livro (Foto: Divulgação)Aluno trabalhando em restauração de livro
(Foto: Divulgação)
O curso da UFMG tem duração de quatro anos, sendo os dois primeiros, de ciclo básico, e os outros dois, destinados a uma das quatro especializações que o aluno escolher: papel, pintura, escultura e conservação preventiva. Nessa segunda etapa, o aluno tem liberdade na composição do seu currículo, não possuindo disciplinas ou atividades obrigatórias e, assim, pode montar sua grade curricular de acordo com sua necessidade ou seu interesse.

Ramon Vieira entrou no curso em 2009. Já em seu terceiro ano, optou pela área de conservação preventiva, porque a considera mais ampla. Fez disciplinas de restauração de esculturas e algumas relacionadas à papel, principalmente na área de encadernação de livros. Antes de optar pela graduação em Conservação e Restauração de Bens Culturais e Móveis, ele cursou alguns períodos de História. Mas optou por abandonar e ir para o curso de conservação da UFMG.

“O curso de História era muito teórico e muito pouco prático, eu sempre gostei de História da Arte, e no curso de restauração eu posso estudar a história da arte e a execução em cima do conteúdo. O curso não fica só no pensamento, e sim na parte prática também, e te dá a base para pensar como intervir em uma obra, ele te fundamenta a executar a intervenção com base no critério de prevenção”, explica Ramon.
Segundo o estudante, os ateliês são bem estruturados e equipados. “Neste aspecto é interessante, porque já conhecemos o tipo de trabalho, as ferramentas que utilizamos. Temos laboratório para fazer análise de pigmentação, por exemplo”, conta. Para ele, o mercado de trabalho em Minas Gerais na área de restauração é bem favorável. “Hoje, o mercado está bem propício para restauração. Aqui em Minas sempre conseguimos estágio, já trabalhei em obras que aconteceram tanto em Belo Horizonte quanto no interior do estado. Existe muito trabalho, há muita demanda de mão de obra especializada”, explica.
Jacqueline (Foto: Divulgação)Jacqueline Assis (Foto: Divulgação)
Jacqueline Assis se formou em Arquivologia, mas ao fazer o curso de especialização em restauração da UFRJ passou a trabalhar como restauradora desde então. Chefe da Divisão de Preservação e Segurança do Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) e presidente da Abracor (Associação Brasileira de Conservadores-Restauradores de Bens Culturais), ela participou recentemente da restauração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Jacqueline explica que a demora para a criação dos cursos de graduação se deveu à falta de profissionais com mestrado e doutorado. “Investiu-se muitos anos em especialização em nível universitário. Foi uma luta muito grande, nós precisávamos de doutores. Todo mundo teve que fazer mestrado e doutorado fora do país para ser reconhecido aqui e conseguir formar o curso de graduação no Brasil”, conta.

Segundo Jacqueline, há 30 anos a Abracor reivindica a regulamentação da profissão. Existe um projeto de lei (nº 370/2007) de autoria do senador Edson Lobão para regulamentar o trabalho do restaurador. Atualmente o projeto aguarda votação. “Os museus carecem imensamente de restauradores, arquivos e bibliotecas. Órgãos como o Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional (Iphan) e o Ibran têm milhões de obras pela cidade e, por isso, precisamos que a profissão seja regulamentada”, justifica.
Reforma do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)Reforma do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
(Foto: Divulgação)
A profissão do restaurador envolve diversos detalhes. A obra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, por exemplo, contratou diversas empresas na área de conservação com profissionais especializados desde a pintura até em detalhes, como gesso, mármores, mosaicos e outros tipos de arte integrados àquele monumento. “O reformador se especializa sempre em alguma coisa. Cada obra é tão específica, necessita de um conhecimento tão grande, que obriga o restaurador a se especializar em uma área ou em outra. Com a chegada da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, muitos patrimônios precisarão ser restaurados abrindo campo de trabalho para muita gente”, conta Jacqueline.
Segundo ela, os restauradores optaram por se especializar em maior quantidade na área de papel porque temos no Brasil muito arquivos e bibliotecas, além de alguns outros especializados em pintura, porque era o conhecimento mais comum que se tinha nos anos 80. “O que não significa que se necessite de especialistas em pedra, monumentos de igreja, madeiras policromadas, azulejos. É preciso dar mais valor à cultura, pagar melhor a este profissional. Além disso, precisamos de profissionais para o futuro. Como vamos preservar o CD, o DVD? É uma área de interesse e fundamental para o futuro”, finaliza.

Fonte:
http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2011/12/conheca-cursos-de-formacao-em-conservacao-e-restauracao-no-pais.html#


Clicar abaixo para  ver  Site de Interesse  para a  Restauração de Livros e Documentos

 http://www.cobra.pages.nom.br/rest-pmf.html